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Gabriele Medeiros: conversa, estudante, professora, missionária, Mórmon.

Oi, eu sou Gabriele Medeiros

Sobre mim

Entrei na faculdade com 16 anos, amo ler e gosto de escrever e desenhar - mas meu maior talento talvez seja falar. Faço faculdade de Relações Internacionais e aspiro ser uma professora universitária que ajude seus alunos a descobrirem o que amam e darem seu máximo por isso. Adoro estar em meio à natureza, ver o quanto sou pequena em meio a esse mundo todo, e não vejo lugar melhor pra se estar do que entre pessoas que amo e que me amam. Não acredito que o mundo em que vivemos é fruto do acaso e não consigo idealizar tamanha perfeição como tal. Por muito tempo busquei algo a mais, até que esse vazio foi preenchido quando conheci a verdadeira natureza de Deus e assim a minha própria. Eu acredito que há bem no mundo e que posso - que todos podemos - ser bons no mundo.

Por que sou mórmon?

Durante muito tempo senti que faltava algo em minha vida, sentia que precisava haver algo a mais e que tudo nessa vida era perfeito demais para que apenas nascêssemos e morrêssemos, vivendo meramente por viver. Quando eu ouvi dois rapazes com plaquetas que levavam o nome de Jesus Cristo me falarem sobre o Plano de Felicidade de Deus, que ia desde uma vida pré-mortal até uma perspectiva eterna, quando me ensinaram sobre Jesus Cristo e sobre o milagre da Expiação e como isso possibilitava que eu me arrependesse de meus erros e pudesse ser feliz, verdadeiramente feliz, para sempre com minha família tudo fez sentido. Eu não podia acreditar neles, mas sabia que poderia confiar em Deus e foi através da resposta Dele que soube que realmente aquele era o caminho, que a Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos dias era verdadeira e que realmente era a Igreja de Cristo sobre a Terra. Sou mórmon porque a cada dia que passa tenho mais certeza de que não há outro caminho além desse, além do Salvador, que possa levar-nos a viver com Deus pela eternidade. Sou mórmon porque amo a Deus, amo a meu Redentor e sei que eles não me desamparariam em um mundo tão turbulento. Sou mórmon porque sei, acima de tudo, que não sigo uma seita, que não sigo a uma simples religião ou um título pomposo, que não sigo a um mero homem, mas que sigo a Jesus Cristo, o caminho, a verdade e a vida.

Como vivo minha fé

Todos os dias, mesmo errando, busco me aproximar de Jesus Cristo e do exemplo perfeito que ele foi, é e sempre será. Na Igreja, sinto-me grata e imensamente feliz por poder ajudar as pessoas a achegarem-se a Ele e a encontrarem Nele forças para serem pessoas cada vez melhores e mais plenas. Quando fui professora do seminário pude ver o quanto os jovens tem a oferecer e a ensinar sobre o verdadeiro agir cristão e sobre como são uma força poderosa e ansiosa por agir e por aprender mais e mais, me foi uma lição incrível poder ensinar e aprender mais sobre o Pai Celestial e sobre todas as verdades eternas. Trabalhando com as crianças posso hoje ver como o amor de Deus é simples, puro e profundo e sobre como Jesus Cristo nos ama perfeitamente. Servir na Igreja me fez adquirir um testemunho de que, como disse o profeta Joseph Smith, “uma religião que não exige o sacrifício de todas as coisas jamais terá poder suficiente para produzir a fé necessária à vida e à salvação”.