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William: estudante, idiomas, missionário, amigo, homem de família, trabalhador, Mórmon.

Oi, eu sou William

Sobre mim

Gosto de estudar, aprender coisas novas, assistir a filmes e viajar. Procuro ser um filho obediente, e busco sempre me lembrar do que os outros fizeram por mim, e ajudar aqueles que precisam de companhia. Estudo idiomas e desejo aprender a falar bem em todas as línguas, além de conhecer várias pessoas e aprender com elas.

Por que sou mórmon?

Sou mórmon porque quero ser feliz. E a Igreja e sua organização são a maior oportunidade em vida de obtermos alegria aqui. Sou mórmon porque acredito que a Igreja contenha o evangelho restaurado em sua plenitude, assim como foi criado por Cristo e testificado pelos profetas desde os primórdios. Acredito sem dúvidas que O Livro de Mórmon é a palavra de Deus, e um outro testemento de Jesus Cristo, alémd e ser a pedra fundamental de nossa religião. Conheci a Igreja numa fase muito difícil de minha vida, me sentia sozinho, e cheio de dores acumuladas a problemas familiares e dificuldades que surgem por viver em uma sociedade onde o que seu valor aumenta quando você é melhor que seu irmão. A Igreja foi um bálsamo de cura em minha vida, e conviver e trabalhar com boas companhias me fez adquirir bons costumes que só fortaleceram ainda mais minha crença na veracidade deste evangelho e de que vidas podem ser moldadas se de fato quisermos, e buscarmos a Cristo. Enfim, acima do que pregar bons costumes, sou mórmon porque escolhi acreditar que Deus é nosso Pai e nos ama pessoalmente, como ouve e responde nossas orações. Escolhi acreditar que se eu seguir o evangelho, estarei mais apto para meu verdadeiro crescimento pessoal do que em qualquer outro lugar ou comunidade, e espero que todos um dia tenham a mesma oportunidade que eu tive, de serem pessoas melhores e serem aperfeiçoados em Cristo, se tornando o melhor que podem vir a ser.

Histórias Pessoais

Como seu conhecimento do Plano de Felicidade mudou/beneficiou sua vida?

O Plano de Felicidade, também chamado de Plano de Salvação do Evangelho de Jesus Cristo, eleva meus parâmetros a um nível mais alto, ao acreditar que muitas recompensas podem e serão recebidas além desta vida. Vivemos num mundo solitário e triste, onde participamos das dificuldades da vida atual assim como das adversidades que a vida em sociedade nos traz. E, ao acreditar que, não preciso esperar receber recompensas em tudo o que faço, me faz entender mais do amor que Deus tem por todos nós como seus filhos, sejamos membros da Igreja ou não. E, sei assim que a felicidade está aberta para todos, só que possui uma chance muito maior de ser alcançada ao ser baseada nos princípios e doutrinas do evangelho. Acredito fielmente que tudo o que plantarmos iremos colher, seja agora ou depois, e que todas as pessoas só obtêm sucesso e alegria na vida ao descobrirem por si mesmas as bênçãos que advém de determinados princípios aos quais elas já praticam em sua vida, porém que não sabem que tais princípios já foram regidos no manual da vida, conhecido como as escrituras sagradas que provém da palavra de Deus. Sei que a felicidade está disposta a todos que a buscarem com sinceridade, e o conhecimento de que ela virá, seja na mortalidade ou na vida após este plano, me fortalece e me ajuda a ser o mais digno possível de recebê-la, praticando bons atos e procurando ser o melhor que posso vir a ser.

Poderia falar um pouco sobre as missões da Igreja e como participar delas?

As missões da Igreja são a porta principal para ajudar outras pessoas a se achegarem a Cristo e a viverem o evangelho em suas vidas. Um missionário, é um rapaz, moça, ou casal dignos que desejam empregar dinheiro, esforços e dedicação durante um tempo de sua vida, seja integralmente ou parcial, para expansão do evangelho na Terra e da ajuda que a Igreja dá como fonte principal de convivência de pessoas que pregam bons costumes e se ajudam mutuamente a serem melhores. Quando se tem desejo de servir uma missão, o resto é apenas consequência, e tais quais como as bênçãos que advém ao ajudar outras pessoas se achegarem a Cristo, seu propósito em sua vida pessoal e o porquê de estarmos aqui e o que fazer para sobrepujar dificuldades, aumentam significativamente. Um missionário em prepração, deve buscar apoio e aconselhamento com liderança locais da Igreja, aos quais irão encaminhá-los a uma série de questionários para análise e qualificação da pessoa ao serviço missionário. O candidato também passa por entrevistas pessoais para avaliarem sua dignidade, como em seguida recebe treinamento e suporte adequado para que venha a ser o melhor possível no trabalho de chamar outros a Cristo. Depois de enviado ao campo missionário, o missionário em questão estuda todos os dias, e anda com companheiros para que não possa nunca estar sozinho, seja em duplas, ou trios, e venham assim a testificar toda a verdade do evangelho. Além do estudo pessoal, o misisonário é incentivado a fazer orações e viver os mais altos padrões do evangelho para que possam realmente ajudar a todos em suas necessidades pessoais, tal como receber respostas para adversidades que impedem o progresso pessoal de seus pesquisadores da Igreja. A missão é uma grande oportunidade de crescimento pessoal e ajuda dentro da sociedade. Testifico que esta é uma obra de grande valor, e corações aflitos podem ser curadas, tais quais como famílias restituidas sejam quais forem as situações em que se encontrem.

Consegue pensar em um desafio específico na sua família que os Princípios do Evangelho ajudaram vocês a sobrepujar?

Antes de me tornar membro da Igreja, comumente pensava em arrumar minhas malas e ir embora de casa, para morar em uma cidade melhor, país melhor, ou mesmo pelo simples fato de morar sozinho. Conviver com dificuldades familiares desde pequeno, dos quais mesmo que eu fizesse o correto não trariam a paz em meu lar, me desanimavam e me desmotivam a continuar uma vida com eles. O evangelho surgiu como uma grande ajuda para fortalecer meus laços familiares. Passei a dar mais importância pra família, embora eu já soubesse a sua necessidade na vida de todos, e os princípios e doutrinas da Igreja me fizeram perceber e reconhecer que eu precisava ter mais paciência com os membros de minha família, que precisava demonstrar mais amor e me abrir mais com eles, assim coom demonstrar confiança e oferecer mais ajuda nas dificuldades que tinham, sem lançar muitos julgamentos ou palavras ásperas em momentos de dificuldades e conflitos. Sou grato pela Igreja e pelas missionárias terem melhorado bastante meu relacionamento familiar com minha mãe. Isso veio como uma recompensa em minha vida emocional, e financeira, embora meus pais não sejam adeptos das mesmas crenças que eu. Hoje eu sei que amo minha família mais do que eu dizia pra mim mesmo, e sei que através do meu aperfeiçoamento nos atributos de Cristo posso vir a conviver com qualquer pessoa, pela fé que tenho de que todos somos filhos de um Pai Celestial e de que todos podemos voltar a morar com Ele um dia.

Como vivo minha fé

Vivo minha fé ao dar mais valor as pessoas ao meu redor do que aos meus anseios e objetivos pessoais. Desejo muito ver a Igreja crescer como uma comunidade de pessoas que se ajudam cada vez mais e colocam os interesses do próximo acima dos seus próprios. Lembro-me disso ao orar e estudar as escrituras todos os dias, além de cantar hinos em família e demonstrar mais amor aos meus parentes do que estou acostumado. Tendo o exemplo de Cristo em minha vida, procuro ser honesto em tudo o que faço, e levar o nome do meu Salvador a todos que conheço, para que venham a procurar praticar coisas boas e possam também sentir a felicidade que tenho em minha vida. Aceito sem pensar duas vezes oportunidades para trabalhar e ajudar na Igreja nos domingos e durante outras reuniões e atividiades, além de procurar encaixar na minha rotina apertada, metas como prioridades de ajudar os missionários ou ir ao Templo toda semana e trabalhar um pouco mais com os talentos ao qual fui agraciado. Espero que seja lembrado e reconhecido por todos que me conheceram de que fui alguém que se preocupou em fazer o que é certo acima de tudo, como alguém em que possam depositar confiança para pedir conselhos, ajuda ou mesmo para trocar algumas palavras, e meu exemplo leve a todos a agradecerem a Deus por haver bons princípios e gente disposta a segui-los, como os membros da Igreja.