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Nicholas: Elder Araujo, Nichmath, Salt Lake City South, Mórmon.

Oi, eu sou Nicholas

Sobre mim

Amo estudar matemática e física, e até comecei a cursar Engenharia Civil, mas meu sonho não era esse, por isso não continuei na mesma coisa. Hoje, pretendo cursar Medicina ou Economia quando terminar minha missão de tempo integral. Sou um pessoa bem social e gosto de conversas inteligentes, simples e úteis, mas se estou com meus amigos, não me importo em jogar conversa fora por um momento. Amo jogar futebol, voleibol, e handebol (apesar de não ser tão bom). Amo tocar piano (por isso estou começando a aprender sozinho nos minutos que tenho livre semanalmente). Vivi toda a minha vida no Brasil, mas algo me trouxe aos EUA antes de completar 18 anos, e aqui estou até hoje aos quase 20. Se sinto falta do Brasil? Apenas da comida, das pessoas e de servir as pessoas de lá. Amo assistir filmes em dias nublados e frios, principalmente filmes de ficção científica.

Por que sou mórmon?

Nasci com o privilégio de ter minha mãe no evangelho. Lembro-me que ela me levava à igreja todos os domingos, eu nunca tive problemas para me preparar e ir com ela e com meus irmãos e eu sou muito grato por isso hoje. Ao completar 8 anos, duas coisas ótimas aconteceram, a primeira delas foi que ganhei meu primeiro carrinho de controle remoto, a segunda, como também a mais importante, foi o meu batismo. Foi totalmente minha decisão ser batizado, minha mãe sempre me deu o exemplo, mas nunca obrigou-me a nada, a não ser acordar cedo para ir à escola. Nunca regressei à minha decisão de ser batizado e me tornar um membro da igreja restaurada de Jesus Cristo. Tenho um testemunho que adquiri por meio do Espírito Santo que estou no lugar que devo estar, que na verdade, todos devem estar. A cada dia que aprendo mais sobre a igreja, mais sei que é verdade.

Como vivo minha fé

Atualmente, sirvo como missionário de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, mas já fui um membro normal (Não estou dizendo que missionários não sejam normais, mas nós não temos outros afazeres que não sejam o evangelho). Sempre tentei fazer os rapazes da igreja serem mais unidos, por isso eu sempre chamava os rapazes para jogar pingpong ou algo divertido. Mesmo sem perceber, já convidei várias pessoas a irem à igreja, era algo natural.