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Danilo Marcos de Alvarenga: Mórmon.

Oi, eu sou Danilo Marcos de Alvarenga

Sobre mim

Busco o que realmente importa nessa vida. A felicidade é uma dessas coisas realmente importantes. Nasci e cresci em Belo Horizonte. Sou o mais velho de quatro irmãos. Me tornei membro da igreja aos 11 anos de idade, após ter frequentado várias outras religiões. Durante minha adolescência aprendi a tocar violino e saxofone. A música me ajudou a ter mais concentração na escola, vencer a timidez, fazer mais amizades e me achegar ainda mais ao Senhor. Servi na missão São Paulo Interlagos entre os anos de 2011 e 2013. Ao retornar da missão, aproveitei várias atividades e aprendi a dançar forró com uma amiga muito especial. Em uma das vezes em que estávamos dançando, começamos a conversar e nos conhecer melhor, iniciamos um namoro e hoje, estamos casados para esta vida e para toda a eternidade. Existem muitas coisas que gosto de fazer. Em especial, gosto de cozinhar. Uma coisa que descobri é que se cozinhar sozinho já era bom, se tornou muito melhor com a companhia de minha esposa. Amo minha família e espero vê-la crescer ainda mais. Atualmente trabalho em uma escola de ensino fundamental e estudo engenharia elétrica. Uma certeza que possuo é que as famílias podem ser eternas. Meu pai faleceu quando eu tinha 11 anos e pouco antes de completar meus 24 anos, foi a vez da minha avó. Sinto saudade deles, mas sei que nenhuma saudade é eterna. Um dia os verei novamente. Essa certeza me faz querer aproveitar melhor cada dia e me faz sentir cada vez mais esperança em Jesus Cristo.

Por que sou mórmon?

Conheci a igreja aos onze anos de idade, quando dois missionários falaram com minha família na rua. Na época eu frequentava outra denominação religiosa, mas quando fui convidado a orar e saber por mim mesmo o que Deus desejava que eu fizesse, não tive dúvidas de que este é o caminho. Pude sentir no meu coração de um modo maior que Jesus Cristo é o Salvador do mundo e que embora não fosse uma tarefa fácil, eu, que na época era um jovem de onze anos, sabia claramente onde eu queria chegar e o que precisava fazer para chegar lá.

Histórias Pessoais

Por que os mórmons saem em missão?

Somos todos membros da família de Deus. Estamos aqui para nos preparar e um dia voltar à presença de Deus com nossas famílias. O Evangelho de Jesus Cristo funciona como um manual de instruções, um mapa que nos mostra o caminho que devemos percorrer para alcançarmos nosso objetivo. O detalhe, é que nem todos os nossos irmãos sabem que este mapa existe. Eu não sabia, mas me mostraram. Ainda bem que me mostraram. Não gostaria de viver sem estas instruções. O Evangelho é algo tão valioso para mim que eu desejei que outras pessoas sentissem a mesma segurança que sinto. Foi por isso que fui para a missão. Amo o povo a quem servi. Ainda hoje, tenho a alegria de falar com as pessoas ao meu redor sobre este caminho. Sei que este é um caminho verdadeiro e sei que por meio de uma oração sincera, toda a verdade poderá ser confirmada. Se eu pudesse voltar no tempo, será que escolheria servir uma missão novamente? Sim. Sou muito feliz por ter escolhido servir em uma missão de tempo integral!

Qual dos ensinamentos do Salvador já influenciou você em sua vida?

Quando leio o Livro de Mórmon, em 1º Néfi 21:14-16 eu me sinto realmente amado e protegido pelo Senhor. Sei que Ele não se esquece de nós. Ele nos tem gravado nas palmas de suas tão gentis e bondosas mãos. É difícil uma mãe se esquecer de um filho, mas pode acontecer. Nesta passagem o Salvador deixa claro que, até mesmo uma mãe pode se esquecer de um filho que está amamentando, mas que Ele jamais se esquecerá de nós. Eu realmente amo o Mestre. Sei que está conosco em todos os momentos. Até mesmos nos momentos em que nos sentimos tão sozinhos, Ele me faz saber que nunca estamos realmente sozinhos!

Por que os mórmons fazem o trabalho de história da família ou genealogia?

Ao conhecer a história de nossa própria família, nos ligamos de modo ainda mais forte a nossos antepassados. Ao pesquisar cada nome, data e história, não estamos apenas fazendo um belo registro, mas nos tornamos testemunhas do que foi escrito por Malaquias (O coração dos filhos se voltando a seus pais). Outra parte importante desse trabalho é que os nomes de nossos antepassados podem ser enviados a um dos templos da igreja e ali, podem ser feitas todas as ordenanças (cerimônias sagradas) necessárias para se voltar a presença de Deus. No Templo, aqueles que já faleceram sem receber o evangelho de Jesus Cristo, podem ser batizados, receber o dom do Espírito Santo e no final, ser selados como famílias. Sim, lá as pessoas, tanto vivas como mortas, podem ser unidas como família e assim voltar a presença de Deus. Eu tenho pesquisado mais sobre a história da minha família. Já enviei o nome do meu pai, avós, bisavós e alguns primos para o templo. Senti uma paz muito grande ao fazer isso. Sei que mesmo aquelas pessoas que já faleceram a muito tempo não estão esquecidas para Deus. Podem estar esquecidas para nós, mas ao pesquisarmos seus nomes e fazer o trabalho de genealogia, estarão ligadas a nós também. Passaremos a amá-las e desejaremos conhecê-las. Um dia, de fato as conheceremos.

Como vivo minha fé

Vivo minha fé procurando servir as pessoas das diversas formas possíveis. Uma destas formas é compartilhando o meu testemunho com as pessoas da diferença que o evangelho fez em minha vida. Eu auxilio os missionários no trabalho de encontrar, ensinar e acompanhar as pessoas que manifestam o desejo de seguir ao Salvador Jesus Cristo.